
Segundo o Dicionário Aurélio,
Teimosia: subst. fem. Apego obstinado às próprias idéias, gostos etc; obstinação, persistência: sua teimosia o perderá.
Para mim que sou mãe, a definição é exatamente a mesma, mas o que me aflige e o dicionário não me esclarece, é como, uma criança de 2 anos e alguns meses pode ser tão teimosa, quanto um adulto que não desiste dos seus ideais, e aonde eles aprendem a ser assim ou com quem né! Será que as crianças nascem teimosas? Meu Deus, alguém me dá uma luz por favor.
Não acredito quando meu filho tão pequenininho bate o pé quando quer alguma coisa, e não volta atrás nas decisões que toma, porque se fala não, hum, esse não ele nunca mais esquece. Podemos fazer chantagem (olha que coisa feia, hahaha), tentar fazer uma troca, distrair pra tentar "enganar" ( no bom sentido), mas que nada, o que prevalece é a primeira palavra e nada mais.

Já devo ter dito isso pra vocês, sou mãe 24 horas por dia, sabem aqueles guinchos 24 horas, hahaha, sou eu, e posso dizer o quanto é difícil educar uma criança. As vezes, diante de certas atitudes tomadas pelo Theo, me coloco a pensar onde estou errando, é um conflito dentro de nós, incapaz de ser solucionado por qualquer pessoa de fora das nossas casas, mesmo porque, uma criança é diferente da outra e tem atitudes diferentes também.
Não adianta nossas amigas contarem como foi com elas, e o que elas fizeram, nem nossas mães, tias, avós então, nem pensar, porque na época delas, os pais só olhavam para os filhos e eles entendiam o sinal. Podemos sim ter algum exemplo que nos abra os olhos, mas hoje, podemos olhar, gritar, fazer careta, imitar monstro, e nada, a teimosia continua. Esses pequeninos, tem uma personalidade quase insuportável, hahahaha, só fazem o que querem, quando querem e se querem.
E aí fica a dúvida sobre o que fazer, como agir. Sabemos que bater, nunca, conversar as vezes, não adianta, gritar, nem pensar, talvez o castigo seja a melhor forma de tentar corrigir alguma mal criação. Foi o que tentei esses dias atrás, inclusive, acho que ele anda assistindo Super Nanni escondido, hahaha, vou explicar porque!

Na hora da raiva, defini um local e deixei meu filho, fiz tudo direitinho, era um local sem brinquedos ou televisão ligada, confesso que as vezes não me controlo, mas dessa vez eu consegui. Como ele tem 2 anos e 5 meses, deixei 3 minutos, (a regra é 1 minuto pra cada ano de vida) e para minha surpresa, não saiu do lugar até eu mandar, lógico, chorou muiiiito, mas com o coração apertado eu deixei, quando acabou, perguntei se sabia porque estava ali, e adivinhem, ele disse que sim e era porque tinha batido na mamãe, então falei que não podia fazer aquilo, que era pra me dar um abraço e pedir desculpas, o abraço ele deu, mas as desculpas... tô esperando até agora, hahaha, mas não me importei muito, ele sabia porque estava ali, e achei essa forma de tentar educar ótima.
Mas ainda ficamos muito em dúvida, sobre quando e como castigar, será que por uma simples birra, uma teimosia, uma mal criação. São tantas as vezes que chamamos a atenção dos pequenos durante o dia, que se colocássemos de castigo todas as vezes, ele já não faria efeito, temos que tomar cuidado para não exceder, porque eles acostumam e pegam nosso ponto fraco.
Fica aqui porém o meu ponto de vista, experiência ( pouca aliás ) e desabafo. E ao final desse post, concluo que educar não é uma arte, mas uma missão.
fotos: pesquisa Google
[Responder
Comentário]
É realmente educar não deve ser nada fácil.
Beijos, boa semana!
Gabi
[Responder
Comentário]
Ei Vivi!!!
Sabe, tbem estou na mesma situacão... Minha bebê faz dois anos agora em julho,, mas é extremamente determinada. O significado do não é claro quando parte dela, mas qdo parte de nós pra ela, nem existe. O grande problema é a comunicação, ela não fala quase nada. Fica difícil né?
Beijos linda.
O selinho já está lá na minha página de selinhos. Amei!! obrigada viu!
[Responder
Comentário]
[Responder
Comentário]
Educar deve ser a missão mais difícil, prazerosa e conflituosa dos pais!!!E aquela missão que dura a vida toda!!!
Olá querida!!
Bom, como sabe sou pós graduada no quesito filhos, rsrs... tenho um em cada fase e posso lhe assegurar (sem querer desanimá- la)que não há nada tão ruim que não possa piorar, hihihi...
Acho que o importante é naquela hora que temos vontade de sacudí- los como na foto acima, respirarmos fundo p/ alcançar a paciência divina, e tentarmos através do diálogo. Costumo conversar com eles quando está tudo bem, depois da arte passada, da bronca dada, eles estão mais receptivos a conversa, e assim lhes explico o que é certo, o que não pode ser feito... acho uma boa maneira, pois no momento da raiva, tanto p/ nós mães quanto p/ eles, é bem difícil ver o outro lado.
E nada melhor, quando depois de tudo, recebemos aquele abraço apertadoooo... vale muuuito a pena!!!
Bjsss
[Responder
Comentário]
Vivi,
Achei seu post muito bom, principalmente porque ele não é um desabafo só seu, é o que nós, a maioria das mães passa, em graus diferentes, claro!
Sei bem o que é isto, tenho um de 14 e outro de 8 anos. Já passei por várias etapas e agora estou inaugurando uma nova: A ADOLESCÊNCIA. Vai bem até agora, vamos ver pra frente como vai ser educar um rapazinho.
Adorei linda! Bjo,
Dani
[Responder
Comentário]
Olá Viviane. Procurando uma imagem que pudesse ilustrar a matéria que postei hoje em meu blog (Geração N: estamos criando jovens incapazes?), acabei chegando ao seu.
Não sou mãe ainda, mas sou educadora há algum tempinho e gostaria de partilhar algumas dicas que podem ajudar. É muito comum os responsáveis se sentirem desnorteados com a questão de limites. ( No meu blog há várias matérias que abordam a questão. Confira!)
Por hora, gostaria de deixar como dica: comece a usar as palavras: DIREITOS E DEVERES, invés de CASTIGO. O que a criança precisa compreender é que que tudo tem consequências. E ninguém pode dizer que isso seja tarefa fácil. É tarefa diária. Quando o pequeno fizer algo que descumpriu o que ficou estabelecido como dever, diga a ele que PERDEU O DIREITO DE...
Uma coisa que não é bacana fazer é colocar a criança para abraçar ou pedir desculpas no momento que ela está com raiva. Espere para retomar a conversa num outro momento, quando ela conseguirá ouvir você.
Adorei o seu blog. Estou seguindo. Dê uma olhadinha no BORBOLETANDO.
Espero ter ajudado.
Beijos.
[Responder
Comentário]
Afffiii... educar é muito mais difícil do que eu poderia imaginar.Eu tenho 25 anos e o meu filho vai fazer 11 meses.
Ele faz birra, se eu falo pra não mexer ele continua, parece que já entende que está fazendo algo errado porque ele me olha antes de mexer nas coisas.